O Museu virtual TRONCO, RAMOS E RAÍZES é resultado do projeto de extensão desenvolvido no Departamento de Antropologia, aprovado pelo PROEX/UFRN. O projeto dá continuidade às ações patrimoniais realizadas desde 2012 no Seridó, que enfatizam o combate à discriminação racial e tem como estratégia a valorização do patrimônio histórico e cultural indígena e afrobrasileiro. A partir de 2017, amplia suas ações à todo Rio Grande do Norte e à áreas periurbanas, onde há manifestações culturais e memórias vivas. Em 2025, o Museu entrou na Rede Universitária de Museus da UFRN (RUMUS).
Julie Cavignac (coordenadora ); Carmen Alveal (vice-coordenadora); José Glebson Vieira; Giovana Braga; Francisco Cândido Jr.; Isadora Silva de Melo (bolsista); João Pedro Dantas Araújo (bolsista); Zaira Lacerda (bolsista).
Conheça um pouco do Projeto Saberes Sustentáveis
O projeto desenvolvido na Vila de Ponta Negra e Pium, territórios cultural, socialmente e historicamente ligados, visa sensibilizar a população local para a necessidade da valorização dos saberes locais e da preservação do meio ambiente. Partimos de um mapeamento do território natural para realizar uma cartografia dos usos do espaço, dos saberes dos agentes culturais e das atividades tendo como perspectiva uma melhoria da economia local e um meio ambiente mais preservado. Visite o site do Projeto Saberes Sustentáveis clicando Aqui.
Entrevistas
Canguaretama
Glebson Vieira, Maria do Rosário Gonçalves – 2019
Natal
Para quem sopram os ventos? – Julie Cavignac (Radio Universitária)- 2022
A Boa Vista faz sua cabeça Foi realizada uma oficina de turbantes e de beleza no dia 08/11/2015 no Ponto de Cultura da comunidade quilombola da Boa Vista (Parelhas RN) com a participação do grupo Pérolas Negras da cidade de Acari. O objetivo foi compartilhar entre mulheres vivências e experiências relacionadas à beleza e ao cuidado. Na ocasião, foram relatados episódios de racismo sofrido pelas participantes.
Fotografia de Ac Junior
A história da festa do Rosário em Caicó tem suas origens em 1773, momento em que a escravização dos africanos assegurou o estabelecimento do Império. Durante os séculos XIX e XX as festividades do folguedo marcaram a transmissão da história de resistência dos povos afro-brasileiros.